Presidente Bolsonaro diz a apoiadores que deixará o cargo em 2027

O presidente Jair Bolsonaro conversou com turistas e apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada. Questionado por uma pessoa sobre a possibilidade de …

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RECEITA DE NHOQUE RECHEADO COM FRANGO E QUEIJO

NÃO FAÇA NHOQUE SEM ANTES VER ESSA RECEITA

Modo de Preparo 

1. Cozinhe as batatas e passe-as pelo espremedor. Coloque-as em um recipiente e adicione o ovo, a farinha de trigo e o sal. Misture bem com as mãos.

2. Pegue porções da massa e abra com a palma da mão. Espalhe sobre ela o frango e o requeijão. Feche, formando uma bolinha e polvilhando farinha para não grudar.

3. Cozinhe em água fervente até as bolinhas subirem.

4. À parte, prepare o molho. Em uma panela, coloque metade do leite e o creme de queijo.

5. Mexa até encorpar levemente. Junte o restante do leite e deixe engrossar. Desligue.

6. Acrescente o agrião picado e o creme de leite. Na hora de servir, despeje o molho sobre o nhoque e polvilhe o queijo ralado.

Ingredientes 

1 kg de batata cozida

1 ovo

2 xícaras (chá) de farinha de trigo, mais um pouco para polvilhar

Sal a gosto

1 peito de frango cozido e desfiado

200 g de requeijão cremoso

½ maço de agrião

1 lata de creme de leite

Queijo parmesão ralado a gosto

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RECEITA DE NHOQUE RECHEADO COM FRANGO E QUEIJO

NÃO FAÇA NHOQUE SEM ANTES VER ESSA RECEITA

Modo de Preparo 

1. Cozinhe as batatas e passe-as pelo espremedor. Coloque-as em um recipiente e adicione o ovo, a farinha de trigo e o sal. Misture bem com as mãos.

2. Pegue porções da massa e abra com a palma da mão. Espalhe sobre ela o frango e o requeijão. Feche, formando uma bolinha e polvilhando farinha para não grudar.

3. Cozinhe em água fervente até as bolinhas subirem.

4. À parte, prepare o molho. Em uma panela, coloque metade do leite e o creme de queijo.

5. Mexa até encorpar levemente. Junte o restante do leite e deixe engrossar. Desligue.

6. Acrescente o agrião picado e o creme de leite. Na hora de servir, despeje o molho sobre o nhoque e polvilhe o queijo ralado.

Ingredientes 

1 kg de batata cozida

1 ovo

2 xícaras (chá) de farinha de trigo, mais um pouco para polvilhar

Sal a gosto

1 peito de frango cozido e desfiado

200 g de requeijão cremoso

½ maço de agrião

1 lata de creme de leite

Queijo parmesão ralado a gosto

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Morre o sambista David Corrêa, aos 82 anos, por coronavírus

O cantor e compositor David Corrêa morreu no domingo, dia 10, aos 82 anos, vítima do novo coronavírus. Ele criou inúmeros sambas-enredo para a Portela desde 1972, quando ingressou na ala de compositores da escola de samba carioca.

Entre suas composições estão Pasárgada, O Amigo do Rei, O Mundo Melhor de Pixinguinha, Amazonas, Esse desconhecido! (Delírios do Eldorado Verde), Amor Atrevido, Barquinho Branco, Bom-dia, Portela, Bonde Piedade e Condomínio – algumas composições feitas em parceria com outros compositores.

Sua obra inclui ainda Macunaíma, Herói de Nossa Gente, de 1975, criado com Norival Reis, e que se eternizou na gravação de Clara Nunes e, depois, de Angela Maria. E ainda Hoje tem Marmelada e Das Maravilhas do Mar e Fez-se o Esplendor de Uma Noite – que foi cantado por Maria Bethânia no show gravado em CD e DVD Dentro do Mar Tem Rio.

Ligado à Portela desde o início da carreira, o carioca David Corrêa teve passagens por outras escolas de samba. Na Mangueira, foi um dos quatro compositores do inesquecível samba Atrás da Verde e Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu. Antes, para o Salgueiro, foi coautor de Skindô, Skindô.

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Compras emergenciais são investigadas em 11 Estados

A pandemia de covid-19 pressiona prefeitos e governadores a agir de forma rápida para assegurar a aquisição de insumos necessários ao enfrentamento da doença. Respiradores, máscaras e demais equipamentos de proteção individual entraram para a lista prioritária de compras realizadas sem licitação em função do novo coronavírus. É uma guerra comercial, mas que revela implicações políticas e até policiais. Desde abril, investigações por mau uso do dinheiro público se espalharam por ao menos 11 Estados e o Distrito Federal.

Desde fevereiro, a legislação brasileira permite que gestores públicos comprem, sem fazer licitação, bens, serviços e insumos destinados ao enfrentamento da pandemia. Os contratos passam a ser investigados quando Ministério Público e polícia notam indícios de irregularidades, como preços muito acima da média praticados por fornecedores ou demora para entregar mercadorias. Segundo o Ministério Público Federal, que atua nas investigações quando há repasse da União, há 410 procedimentos abertos de forma preliminar que podem originar processos criminais.

Em São Paulo, o Ministério Público Estadual instaurou um inquérito civil, desmembrado em cinco procedimentos, para apurar compras do governo João Doria (PSDB). A gestão fechou o maior contrato estadual até aqui: US$ 100 milhões (cerca de R$ 574 milhões) por 3 mil respiradores da China. Por enquanto, 150 unidades foram liberadas pelo governo chinês, que limita a entrega em lotes.

Segundo a administração tucana, a empresa chinesa foi escolhida após pesquisa de mercado por apresentar as melhores condições de volume e prazos. “A aquisição cumpriu as exigências legais e os decretos estadual e nacional de calamidade pública”, informou o governo. Na semana passada, Doria anunciou a criação de uma corregedoria para acompanhar compras relacionadas à covid-19.

No Paraná, o comitê de crise criado para a pandemia já tem entre seus participantes o controlador-geral do Estado, Raul Siqueira, que instituiu um conselho de aquisições públicas em parceria com o Tribunal de Justiça, o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado.

Em outros Estados, investigações apuram situações em que os produtos não foram entregues, mesmo após o pagamento integral. São os casos de Rio de Janeiro e Santa Catarina, onde o governador Carlos Moisés (PSL) vai enfrentar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar se houve desvio de recursos na negociação dos respiradores. Anteontem, uma força-tarefa da Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu 35 mandados de busca e apreensão em quatro Estados. A Operação O2 (símbolo do oxigênio) investiga a compra de 200 aparelhos por R$ 33 milhões.

O governo catarinense afirma que apoia as investigações e busca reparação aos cofres públicos por meio judicial em processo conduzido pela Procuradoria-Geral do Estado. Em nota, disse ainda que instaurou sindicância interna para apurar possíveis irregularidades e afastou preventivamente servidores. O secretário de saúde, por exemplo, deixou o cargo.

No Rio, o ex-subsecretário de Saúde Gabriell Neves e outros três suspeitos de obter vantagens em contratos emergenciais para a aquisição de respiradores foram presos na semana passada. O governo de Wilson Witzel (PSC) fechou contrato de R$ 9,9 milhões por 50 aparelhos. A investigação corre em sigilo. O governo informou que o subsecretário foi afastado e que os contratos são monitorados por auditoria permanente.

A origem do recurso empregado – via governos federal, estaduais, municipais ou uma mescla de todos – dificulta a fiscalização. Na Paraíba, a Operação Alquimia, da Polícia Federal, apura o desvio de verbas do Estado e da União em Aroeiras, na região de Campina Grande. A suspeita é que a prefeitura tenha usado parte dos repasses destinados à compra de insumos médicos para adquirir, por R$ 580 mil, cartilhas sobre o coronavírus oferecidas, de graça, no site do Ministério da Saúde. A prefeitura não foi localizada para comentar.

Prejuízo

Denúncias também renderam ações da PF no Amapá, onde a Operação Virus Infectio apontou variações de até 814% no preço de máscaras compradas pelo fundo estadual de saúde. Se a irregularidade se confirmar, o prejuízo seria de R$ 639 mil. O governo de Waldez Góes (PDT) diz que a compra ocorreu no início da pandemia, quando os preços estavam “majorados”. Após a ação da PF, Góes abriu uma conta específica dos gastos com a pandemia para facilitar a fiscalização.

Respiradores quebrados

Assim como o avanço de casos da doença, denúncias de negócios supostamente superfaturados se alastram pelo País. Mas há situações em que a suspeita de irregularidades parte do próprio poder público. Na semana passada, a Prefeitura de Rondonópolis, terceira maior cidade de Mato Grosso, chamou a polícia após constatar que 22 respiradores comprados por R$ 4,1 milhões eram falsos.

O vendedor, que está preso, entregou monitores cardíacos em caixas “maquiadas” com adesivos e manuais dos produtos solicitados pela administração municipal.

No Pará, o governador Helder Barbalho (MDB) se disse surpreso ao constatar que os primeiros 152 aparelhos de um total de 400 importados da China, por R$ 50 milhões, chegaram sem condições de uso.

A PF abriu procedimento para investigar, e Barbalho conseguiu na Justiça o bloqueio dos bens da empresa contratada, além da retenção dos passaportes dos sócios até que se forneçam equipamentos em condições de funcionamento ou que se faça o ressarcimento do valor empenhado. O Pará entrou em lockdown ontem. O Estado já soma mais de 650 mortes.

Em Roraima, o secretário da Saúde foi exonerado depois de comprar e pagar, de forma antecipada, respiradores que não foram entregues. “No nosso caso, o secretário não seguiu os ritos internos. Não comunicou sobre a compra à controladoria nem a mim Não se trata de má-fé, mas de falha administrativa”, afirmou o governador Antonio Denarium (PSL), que diz ter aberto sindicância interna para apurar o caso.

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