A Credicar Vantagens é um portal de noticias que foi criado com objetivo de divulgar informações sobre Finanças Pessoais, Cartões de Crédito, Educação Financeira e outros assuntos que ofereçam vantagens para a vida de nossos leitores.
1. Cozinhe as batatas e passe-as pelo espremedor. Coloque-as em um recipiente e adicione o ovo, a farinha de trigo e o sal. Misture bem com as mãos.
2. Pegue porções da massa e abra com a palma da mão. Espalhe sobre ela o frango e o requeijão. Feche, formando uma bolinha e polvilhando farinha para não grudar.
3. Cozinhe em água fervente até as bolinhas subirem.
4. À parte, prepare o molho. Em uma panela, coloque metade do leite e o creme de queijo.
5. Mexa até encorpar levemente. Junte o restante do leite e deixe engrossar. Desligue.
6. Acrescente o agrião picado e o creme de leite. Na hora de servir, despeje o molho sobre o nhoque e polvilhe o queijo ralado.
Ingredientes
1 kg de batata cozida
1 ovo
2 xícaras (chá) de farinha de trigo, mais um pouco para polvilhar
O cantor e compositor David Corrêa morreu no domingo, dia 10, aos 82 anos, vítima do novo coronavírus. Ele criou inúmeros sambas-enredo para a Portela desde 1972, quando ingressou na ala de compositores da escola de samba carioca.
Entre suas composições estão Pasárgada, O Amigo do Rei, O Mundo Melhor de Pixinguinha, Amazonas, Esse desconhecido! (Delírios do Eldorado Verde), Amor Atrevido, Barquinho Branco, Bom-dia, Portela, Bonde Piedade e Condomínio – algumas composições feitas em parceria com outros compositores.
Sua obra inclui ainda Macunaíma, Herói de Nossa Gente, de 1975, criado com Norival Reis, e que se eternizou na gravação de Clara Nunes e, depois, de Angela Maria. E ainda Hoje tem Marmelada e Das Maravilhas do Mar e Fez-se o Esplendor de Uma Noite – que foi cantado por Maria Bethânia no show gravado em CD e DVD Dentro do Mar Tem Rio.
Ligado à Portela desde o início da carreira, o carioca David Corrêa teve passagens por outras escolas de samba. Na Mangueira, foi um dos quatro compositores do inesquecível samba Atrás da Verde e Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu. Antes, para o Salgueiro, foi coautor de Skindô, Skindô.
A pandemia de covid-19 pressiona prefeitos e governadores a agir de forma rápida para assegurar a aquisição de insumos necessários ao enfrentamento da doença. Respiradores, máscaras e demais equipamentos de proteção individual entraram para a lista prioritária de compras realizadas sem licitação em função do novo coronavírus. É uma guerra comercial, mas que revela implicações políticas e até policiais. Desde abril, investigações por mau uso do dinheiro público se espalharam por ao menos 11 Estados e o Distrito Federal.
Desde fevereiro, a legislação brasileira permite que gestores públicos comprem, sem fazer licitação, bens, serviços e insumos destinados ao enfrentamento da pandemia. Os contratos passam a ser investigados quando Ministério Público e polícia notam indícios de irregularidades, como preços muito acima da média praticados por fornecedores ou demora para entregar mercadorias. Segundo o Ministério Público Federal, que atua nas investigações quando há repasse da União, há 410 procedimentos abertos de forma preliminar que podem originar processos criminais.
Em São Paulo, o Ministério Público Estadual instaurou um inquérito civil, desmembrado em cinco procedimentos, para apurar compras do governo João Doria (PSDB). A gestão fechou o maior contrato estadual até aqui: US$ 100 milhões (cerca de R$ 574 milhões) por 3 mil respiradores da China. Por enquanto, 150 unidades foram liberadas pelo governo chinês, que limita a entrega em lotes.
Segundo a administração tucana, a empresa chinesa foi escolhida após pesquisa de mercado por apresentar as melhores condições de volume e prazos. “A aquisição cumpriu as exigências legais e os decretos estadual e nacional de calamidade pública”, informou o governo. Na semana passada, Doria anunciou a criação de uma corregedoria para acompanhar compras relacionadas à covid-19.
No Paraná, o comitê de crise criado para a pandemia já tem entre seus participantes o controlador-geral do Estado, Raul Siqueira, que instituiu um conselho de aquisições públicas em parceria com o Tribunal de Justiça, o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado.
Em outros Estados, investigações apuram situações em que os produtos não foram entregues, mesmo após o pagamento integral. São os casos de Rio de Janeiro e Santa Catarina, onde o governador Carlos Moisés (PSL) vai enfrentar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar se houve desvio de recursos na negociação dos respiradores. Anteontem, uma força-tarefa da Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu 35 mandados de busca e apreensão em quatro Estados. A Operação O2 (símbolo do oxigênio) investiga a compra de 200 aparelhos por R$ 33 milhões.
O governo catarinense afirma que apoia as investigações e busca reparação aos cofres públicos por meio judicial em processo conduzido pela Procuradoria-Geral do Estado. Em nota, disse ainda que instaurou sindicância interna para apurar possíveis irregularidades e afastou preventivamente servidores. O secretário de saúde, por exemplo, deixou o cargo.
No Rio, o ex-subsecretário de Saúde Gabriell Neves e outros três suspeitos de obter vantagens em contratos emergenciais para a aquisição de respiradores foram presos na semana passada. O governo de Wilson Witzel (PSC) fechou contrato de R$ 9,9 milhões por 50 aparelhos. A investigação corre em sigilo. O governo informou que o subsecretário foi afastado e que os contratos são monitorados por auditoria permanente.
A origem do recurso empregado – via governos federal, estaduais, municipais ou uma mescla de todos – dificulta a fiscalização. Na Paraíba, a Operação Alquimia, da Polícia Federal, apura o desvio de verbas do Estado e da União em Aroeiras, na região de Campina Grande. A suspeita é que a prefeitura tenha usado parte dos repasses destinados à compra de insumos médicos para adquirir, por R$ 580 mil, cartilhas sobre o coronavírus oferecidas, de graça, no site do Ministério da Saúde. A prefeitura não foi localizada para comentar.
Prejuízo
Denúncias também renderam ações da PF no Amapá, onde a Operação Virus Infectio apontou variações de até 814% no preço de máscaras compradas pelo fundo estadual de saúde. Se a irregularidade se confirmar, o prejuízo seria de R$ 639 mil. O governo de Waldez Góes (PDT) diz que a compra ocorreu no início da pandemia, quando os preços estavam “majorados”. Após a ação da PF, Góes abriu uma conta específica dos gastos com a pandemia para facilitar a fiscalização.
Respiradores quebrados
Assim como o avanço de casos da doença, denúncias de negócios supostamente superfaturados se alastram pelo País. Mas há situações em que a suspeita de irregularidades parte do próprio poder público. Na semana passada, a Prefeitura de Rondonópolis, terceira maior cidade de Mato Grosso, chamou a polícia após constatar que 22 respiradores comprados por R$ 4,1 milhões eram falsos.
O vendedor, que está preso, entregou monitores cardíacos em caixas “maquiadas” com adesivos e manuais dos produtos solicitados pela administração municipal.
No Pará, o governador Helder Barbalho (MDB) se disse surpreso ao constatar que os primeiros 152 aparelhos de um total de 400 importados da China, por R$ 50 milhões, chegaram sem condições de uso.
A PF abriu procedimento para investigar, e Barbalho conseguiu na Justiça o bloqueio dos bens da empresa contratada, além da retenção dos passaportes dos sócios até que se forneçam equipamentos em condições de funcionamento ou que se faça o ressarcimento do valor empenhado. O Pará entrou em lockdown ontem. O Estado já soma mais de 650 mortes.
Em Roraima, o secretário da Saúde foi exonerado depois de comprar e pagar, de forma antecipada, respiradores que não foram entregues. “No nosso caso, o secretário não seguiu os ritos internos. Não comunicou sobre a compra à controladoria nem a mim Não se trata de má-fé, mas de falha administrativa”, afirmou o governador Antonio Denarium (PSL), que diz ter aberto sindicância interna para apurar o caso.
Com mais de 12 internações e 4 mortes por hora no Estado, a interiorização acelerada de casos da covid-19 em São Paulo colocou em alerta autoridades e profissionais de saúde, que não descartam colapso geral da rede de atendimento hospitalar, com a possibilidade de um pico da doença e a aproximação do inverno. Das 645 cidades paulistas, 412 já têm pelo menos um caso confirmado, e há um ou mais óbitos em 177 municípios.
Entre os dias 3 de abril e 1.º de maio, o Estado registrou crescimento de 2.532% nos contaminados no interior, enquanto na região metropolitana o avanço foi de 625%. Ao menos 90 cidades paulistas com até 10 mil habitantes tinham casos positivos de coronavírus até sábado. Dessas, 26 têm menos do que 5 mil habitantes. Em 11 pequenas cidades já houve ao menos uma morte pela covid-19. Nenhuma dispõe de leitos de UTI. De acordo com o pesquisador Raul Borges Guimarães, especialista em geografia da saúde da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a covid-19 pode intensificar o fluxo das pequenas cidades para os centros maiores, causando excesso de demanda.
O Estado é o epicentro de casos de contaminação pelo coronavírus no Brasil, com 3.709 mortes (101 relatadas no último balanço diário) e 45.444 infectados. Levantamento que integra o Plano de Contingenciamento do Estado de São Paulo, feito há duas semanas, sobre hospitais e quantidade de leitos (clínicos e de UTI), existentes e previstos para ampliação para receber os pacientes com covid-19, mostra que havia 5.676 vagas de UTI (adulto e pediatria) para as 645 cidades paulistas. Desse total, 3.144 eram na capital e nas cidades da Grande São Paulo e 2.532 leitos nas cidades do interior e do litoral.
Hoje, são mais de 9,8 mil pacientes internados em SP, sendo 3 909 em UTI e 5.938 em enfermaria. A taxa de ocupação dos leitos de UTI reservados para atendimento da covid-19 é de 67,9% no Estado de São Paulo e 83,3% na Grande São Paulo.
Com 52% da população do Estado, o interior e o litoral paulista tiveram até aqui um cenário distinto do vivido na região metropolitana, onde estavam concentrados até a semana passada 85% dos casos de covid-19. Possível reflexo das medidas de isolamento social iniciadas em março. Mas esse cenário, de aparente tranquilidade, tem mudado e rápido. A taxa de concentração de novos casos da covid-19 no Estado em cidades fora da Grande São Paulo subiu de 15% para 32% na semana passada
No dia 17 de março – fim da primeira semana da pandemia -, São Paulo tinha 164 casos no Estado e 1 morte, com casos concentrados na Grande São Paulo. Dia 30 de abril, esse número já era de 28.698 casos e 2.735 mortes, com registros espalhados para todas as regiões. Se antes os relatos eram de 7 cidades com registro do primeiro caso a cada três dias, agora são 38 municípios registrando a chegada da doença a cada três dias.
O Secretário de Desenvolvimento Regional do Estado, Marco Vinholi, alertou sobre os riscos dessa interiorização da doença. Se a curva de crescimento for mantida, até o fim de maio todas as 645 cidades paulistas terão registros. “Não existe nenhuma região protegida. Nesse momento, a onda epidêmica está se distribuindo”, afirmou Dimas Covas, diretor do Instituto Butantã
Sobrecarga
A taxa de ocupação de leitos de UTI para a covid-19 no interior e no litoral também tem crescido mais rápido. Na sexta-feira, havia 3.474 internados com coronavírus nas unidades de terapia intensiva do Estado, taxa de ocupação de 70,5%. Um dia antes, a taxa estadual de ocupação desses leitos era de 66,9%. Já a taxa de ocupação dos leitos UTI na capital e cidades do entorno manteve-se em 89,6% nos dois dias.
Segundo o presidente do Conselho dos Secretários Municipais da Saúde de São Paulo, Geraldo Reple, que integra o Centro de Contingência do Coronavírus do Estado, na semana passada foi atingida outra marca negativa no Estado: em um único dia foram internadas 1 mil pessoas com a covid-19, enquanto 600 tiveram alta. “Se essa proporção continuar ou até crescer, que é o que parece que vai acontecer, nós estaremos em uma fase extremamente complicada”, afirmou. “Todas as cidades têm plano de contingenciamento, mas muitas não estão preparadas. Muitos municípios não têm leito de UTI. Provavelmente, muitos não têm nem leito de estabilização.”
Frio
O inverno e a chegada do frio, como ocorreu semana passada, é outro agravante que preocupa profissionais de saúde no Estado. Nesse período, historicamente a quantidade de doentes com problemas respiratórios aumenta na rede hospitalar e a capacidade de atendimento nos hospitais beira o limite, como destaca o médico pneumologista e intensivista Luiz Cláudio Martins, que é professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.
“Esse aumento é certo, vai ocorrer. E com a covid-19 é óbvio que vai sobrecarregar ainda mais a rede.” Martins conta que no HC da Unicamp os registros de crianças com a covid-19 internadas ainda são baixos, mas nas enfermarias de pediatria há lotação de casos de doenças respiratórias, em decorrência do frio. “É muito preocupante.”
Isolamento
O crescimento de novos casos da covid-19 tem sido mais acelerado nos últimos dias no interior e no litoral do que na Grande São Paulo. A taxa de isolamento social no Estado foi de 47% nos últimos dias, bem abaixo do esperado 70%. Isso levou o governador João Dória (PSDB) a prorrogar a quarentena até o fim do mês, apesar da pressão de diversas cidades por flexibilização
Para o especialista em geografia da saúde e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Raul Guimarães, o avanço acelerado da doença no interior e no litoral está diretamente relacionado ao relaxamento da quarentena. “O risco de faltar capacidade de atendimento hospitalar para os casos mais graves é grande.” O médico pneumologista e professor da Unicamp, Luiz Cláudio Martins, concorda e afirma que a flexibilização da quarentena neste momento seria “algo temerário, que precisa ser tratado com muito cuidado”. “Não podemos menosprezar uma doença que, em um dia, matou mais de 700 pessoas. O distanciamento é vital neste momento.”
Hospital da Unicamp
Em Campinas, maior cidade do interior paulista, a cerca de 100 km da capital, a sobrecarga na rede hospitalar é um risco. Opção para envio de pacientes da Grande São Paulo, o município tem estrutura de referência para atendimento de casos da covid-19, abriga unidades para casos de alta complexidade, como o Hospital das Clínicas da Unicamp, e grandes centros de atendimento, como o Hospital Municipal Mário Gatti e o Celso Pierro, da PUC-Campinas.
No HC da Unicamp, por exemplo, havia 19 leitos de UTI para infectados com o novo coronavírus semana passada, com taxa de ocupação na faixa dos 50%. Mas esse é um cenário mutante, alerta o médico Manoel Bértolo, diretor executivo da área de Saúde do complexo. Serão abertos 18 novos leitos de UTI, com recursos liberados pela União, em parceria com o Estado. “A gente tem um risco, com o frio, porque não sabemos o que vai acontecer.”
Campinas recebeu quatro dos 15 primeiros pacientes encaminhados ao interior por falta de leitos na Grande São Paulo. Internados no Ambulatório Médico de Especialidades (AME), inaugurado antes do prazo em abril para ser exclusivo para covid-19, a unidade estava na sexta com 80% de ocupação dos leitos. Ao todo, são 659 vagas para UTI preparadas para casos de covid-19 (leitos ativos ou a serem implementados) em toda a região. Quantidade considerada subdimensionada para atendimento das 41 cidades e quase 6 milhões de habitantes, englobados na divisão administrativa regionalizada de saúde.
O risco de sobrecarga na rede local fez o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, resistir ao encaminhamento de pacientes de São Paulo, para não prejudicar os atendimentos regionais.
Ainda na sexta, ele prorrogou medidas de restrição na cidade até o dia 31 de maio e determinou bloqueio de vias para reduzir a circulação de pessoas.
Um dos pontos que mais preocupam em relação aos leitos é o tempo de uso – uma pessoa com coronavírus ocupa vaga por três semanas ou mais. Uma técnica de enfermagem que ficou 29 dias internada em uma UTI da cidade, com covid-19, recebeu alta semana passada. Ao deixar o Hospital Ouro Verde, em Campinas, onde também trabalha, Nicole Iara Santos Mota, de 24 anos, foi homenageada por colegas e parentes.
Manifestantes gritam ‘Globo Lixo!’ e ‘Fora, Gilmar!’ durante evento do Exército com a participação de Bolsonaro No decurso da participação do presidente Jair Bolsonaro e de seus ministros em evento concernente ao Dia da Vitória, manifestantes criticaram a imprensa, gritaram “Globo Lixo!” e clamaram pela saída de Gilmar Mendes, ministro do STF.
O presidente Jair Bolsonaro pronunciou-se, por meio das redes sociais, a respeito do Dia da Vitória: “Celebramos hoje o Dia da Vitória, que marca o triunfo dos Aliados e da causa da liberdade na II Guerra. Celebramos também os heróis da Força Expedicionária Brasileira.
A FEB simboliza o melhor de nosso povo: a união na adversidade e a coragem diante de qualquer desafio”. Após o evento, em coletiva de imprensa, o vice-presidente da República, General Mourão, e o ministro da Defesa, General Fernando Azevedo, responderam a questionamentos de jornalistas.
Moradora da Penha, na zona leste da capital, a desempregada Adriana de Carvalho, 35, usou o último sábado (3) para tentar resolver problemas com seu auxílio emergencial. Ela ficou sem renda depois do início da pandemia de Covid-19, porque não conseguiu prosseguir no projeto de uma loja online para venda de roupas.
A promessa da Caixa foi de que o dia seria voltado a atender o público com problemas e dúvidas referentes ao valor de R$ 600 destinado a moradores que precisam do recurso neste período de quarentena.
Nos últimos dias, moradores relataram problemas com o aplicativo Caixa Tem, o qual deveria disponibilizar um código para o saque da quantia. A Caixa afirma que nas agências é possível fazer o saque, mesmo sem o código, mas recomenda que a ida ao banco seja feita em último caso.
No entanto, com contas atrasadas, moradores têm enfrentado filas desde as primeiras horas do dia desde semana passada. É o caso de Adriana.
Ela chegou 6h40 na agência Alto da Penha. Por lá, esperou até 9h, mas a unidade não abriu. Então foi na agência Penha de França, em busca de atendimento, mas não conseguiu. “No site diz que ia funcionar, apesar disso, tinha a mesma situação da outra: fila quilométrica, agência fechada”. Crédito: Djalma VassãoAglomeração tem sido vista em vários bairros de SP
A autônoma seguiu para a terceira tentativa na Caixa Vila Esperança, localizada também na Penha. Apesar das portas fechadas, havia uma fila de pessoas em busca do dinheiro. “Lá, as pessoas já estavam indo embora”, lamenta.
Nesta segunda-feira (4), ela tentou novamente. “Eles [atendentes] falaram que hoje o atendimento seria para erros do auxílio, porém nada foi resolvido”, destaca.
Preocupada com as contas de casa, ela relata desespero com a situação. “Meu percurso dentro do horário de atendimento informado, durou quase duas horas. E o resultado foi o descaso”, diz. “Corro o risco de me cadastrar pela terceira vez e ser bloqueada”.
Outros relatos de moradores ouvidos pela Agência Mural mostram a rotina cansativa em busca do dinheiro. Na zona leste, o ator Luiz Fernando, 26, diz que o aplicativo não gera o código necessário para o saque. “Aqui a saga continua e eu não consigo a grana”, comenta.
Taiane Silva, 30, moradora de Guaianases, zona leste, é outro exemplo. Ela afirma que fez o cadastro assim que o aplicativo foi disponibilizado, mas depois de semanas, não teve resposta sobre o benefício. “Tudo que tinha pra preencher fiz. Preenchi devagar para não colocar nenhum dado errado, e até agora está em análise”, reclama. “Houve é falha no sistema deles”.
Filas em frente das agências bancárias localizadas em Guaianases e Cidade Tiradentes, bairros na zona leste de São Paulo, e Vila Zilda, na norte norte, confirmam as dificuldades apontadas pelos moradores.
Uma agência da Caixa, em Parelheiros, na zona sul, sofreu protesto de pessoas no último sábado (2). De acordo com as imagens, entulhos foram queimados e uma avenida foi interditada durante a tarde por algumas pessoas que não conseguiram sacar os valores.
NOVO APLICATIVO
Questionada pela reportagem, a Caixa respondeu que para acessar a funcionalidade do saque sem cartão é necessário utilizar a nova versão do aplicativo Caixa Tem, disponível para download desde o dia 27 de abril. “Quem tem a versão anterior precisa fazer uma atualização por meio da sua loja de aplicativos”, diz a resposta.
O banco diz ainda que, caso o beneficiário não consiga emitir o código para saque (token) através do app CAIXA Tem, poderá se dirigir a uma agência do banco para a geração do código por funcionário.
Por último, a Caixa disse que pede para que a população se dirija às agências e casas lotéricas em último caso.
O vídeo da reunião ministerial citada pelo ex-ministro Sergio Moro em depoimento à Polícia Federal será exibido integralmente na terça-feira (12) na sede da PF em Brasília, de acordo com informações de Renata Agostini, da CNN Brasil.
Ministro da Saúde de Bolsonaro, Teich manda mensagem de esperança no Dia das Mães
O ministro da Saúde, Nelson Teich, divulgou uma mensagem pelo Dia das Mães, explicando que neste ano a data ficou diferente, com tantas famílias separadas.
Teich disse:
“Hoje, dia 10 de maio, amanhecemos com uma enorme dualidade de sentimentos, que por um lado nos traz a alegria de um dia tão especial como o dia das mães e por outro a tristeza e sofrimento de ter atingido a terrível marca de mais de 10 mil mortes por Covid-19 no Brasil.
Eu queria deixar aqui uma mensagem de esperança a todas as mães. Aquelas mães e aqueles filhos que estão na linha de frente dessa batalha, trabalhando nos hospitais, farmácias, supermercados, na segurança, nos transportes e em tantos outros serviços essenciais, que fazem com que o Brasil continue funcionando e que com isso, se privam de estarem com suas famílias e seus entes queridos!
E quero falar principalmente pra aquelas mães que hoje choram a perda de seus filhos e para os filhos que hoje não podem comemorar o dia com suas mães. Para esses, deixo aqui meus sentimentos e meu compromisso de fazer o meu melhor e de trabalhar intensamente para que vençamos, o mais rápido possível, essa terrível guerra!”
Inscreva-se em nosso canal para acompanhar todas as transmissões de Jair Bolsonaro, assim como os melhores vídeos sobre temas políticos: http://bit.ly/FolhaPoliticaYoutube
Acesse nosso site para mais informações: https://ift.tt/18826yz
Apesar da ansiedade do Palácio do Planalto para o registro do medicamento Remdesivir, fabricado pelo laboratório norte-americano Gilead Sciences, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou que, até agora, não recebeu nenhum pedido para autorização do remédio no Brasil.